O Soft swing: uma forma de perder a “virgindade” no swing

O Soft swing: uma forma de perder a “virgindade” no swing

Gostava de experimentar o swing mas tem alguns receios? Já ouviu falar em soft swing? Entrar neste estilo de vida nem sempre é fácil principalmente para quem ainda tem alguns medos e preconceitos relativos a esta prática. No entanto, se a curiosidade ganha, o soft swing pode ser uma boa forma de experimentar este mundo do prazer sem limites, de uma maneira simples e confortável. No soft swing é feito praticamente tudo o que se faz no hard swing excepto a penetração. É o ideal para casais mais tímidos, pouco à vontade com o tema, e que querem começar de uma forma ligeira.

No soft swing são permitidas carícias, massagens, beijos, e até mesmo sexo oral (para quem se sentir à vontade). Nada é obrigatório, combinem com o casal ou casais o que gostavam de experimentar, sem pressões para consumar a relação até ao fim. Na verdade, a única coisa proibida aqui é mesmo a penetração. Podem juntar-se com outros casais que também estejam a iniciar-se no swing, ou pedir a alguém com mais experiência evitando momentos embaraçosos.

Há ainda quem defenda que o sexo pela internet com outros casais também se trata de soft swing. Embora não exista contacto físico, os casais ligam a webcam e partilham as suas sessões sexuais entre si. Seja ou não este o nome correto, esta também pode ser uma primeira abordagem ao mundo do sexo a três ou quatro, conforme o que deseja experimentar.
O soft swing pode tornar-se a melhor forma de ganhar à vontade com o sexo em grupo, pois para algumas pessoas as primeiras vezes podem ser desconfortáveis e estranhas.

Uma alternativa para um casal principiante passa por visitar um clube de swing e fazer sexo enquanto outras pessoas assistem, ou assistir a outros casais a praticar sexo. Toda esta vivência vai fazendo o casal ganhar algum à vontade com o mundo do sexo em grupo e a excitação vai com certeza aumentar, contribuindo para o desejo de experimentar pessoalmente.

Esta também pode ser uma forma de convencer o parceiro a praticar swing. De início a pessoa pode achar que não vai gostar e sentir-se traída com o facto de o parceiro fazer sexo com outra pessoa. O soft swing acaba por ser uma boa alternativa por assim ficar garantido que não existe penetração, que essa é uma coisa só do casal. Se os dois se entusiasmarem e acabarem por perceber que a prática não tem nada de errado e que a traição não é definida assim, fica mais fácil participar e convencer o parceiro a participar de novo.

O que é importante é gostar. E claro, usar sempre protecção. De resto, as regras são os casais que estabelecem e só é permitido o que for previamente combinado pelo que não há que ter medo. É uma experiência nova, excitante que pode gerar orgasmos muito mais fortes e uma satisfação sexual plena, pelo que só existem benefícios em experimentar.

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