Eles e elas contam as verdadeiras razões que os levaram a praticar swing

As vantagens são muitas, a excitação é grande, os motivos variam.

As regras do sexo estão a mudar e são cada vez mais os casais que decidem fugir às regras e embarcar em novos desafios.Conheça as principais razões que levaram estas pessoas a experimentar o swing.

Ana, 28 anos
“Foi a vontade de ter orgasmos maiores e melhores que me levou a experimentar. Normalmente quando temos alguém novo, o sexo é melhor e mais intenso mas esse sentimento tende a desvanecer-se com o tempo. Não querendo terminar a relação em que me encontrava, achei que o swing seria uma opção a considerar. Experimentei e adorei”.

Rui 39 anos
“Nunca fui de seguir regras e padrões. Sempre achei que não iria conseguir viver a minha vida sexual dedicando-me apenas a uma mulher. Há muito por explorar e muitas sensações e experiências que se perdem se assim o fizesse. Nunca quis trair ou enganar ninguém, pelo que não veria a minha vida de outra forma”.

André 36 anos

“A rotina começou a pesar. As posições eram sempre as mesmas, o sexo era pouco excitante. Tentámos de tudo: jogos, brinquedos, escapadelas românticas. Mas o fogo parecia apagado. Um dia ao assistirmos a um filme pensámos, e se tivéssemos uma noite louca? Uma noite transformou-se em duas..três..foi até hoje.”

Alice, 31 anos

“Sou bissexual e sempre achei um pouco ingrato nunca mais poder estar com outra mulher. Quando sugeri ao meu marido fazermos uma menage os olhos dele ate brilharam. Uns meses mais tarde apostámos no swing, é o melhor de dois mundos!

Rodrigo, 45 anos

“Eu e a minha mulher casámos novos e apesar de gostarmos muito um do outro e de não conseguirmos viver um sem o outro, não somos compatíveis sexualmente. Nunca a quis trair mas sentia-me insatisfeito e sugeri experimentarmos o swing. Salvou a nossa relação”.

Andreia 30 anos

“Não houve nenhuma razão em particular. Gosto de inovar e sou desinibida sexualmente. Experimento tudo e não acredito em regras no que toca ao sexo. Achei que era uma boa forma de viver a sério aquilo que muitos só vêm nos filmes de adultos.”

Fátima. 49 anos

“Foi uma ideia que custou a entranhar-se mas quando finalmente me libertei de todo o preconceito em torno da prática, fez-me viver um sexo como nunca antes. Passei de alguém que criticava qualquer tipo de inovação (brinquedos sexuais, sexo anal etc) para uma pessoa completamente desinibida e com vontade de experimentar tudo. A maior parte das barreiras são psicológicas acreditem. Quando passam o “limite” sente-se uma sensação de libertação.”

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