Sexo num avião? Já pode fazê-lo de forma legal

Se há uma fantasia comum entre homens e mulheres, é a de fazer sexo num avião. Muito badalado em filmes e shows da televisão, já várias pessoas tentaram fazê-lo mas por se tratar de uma actividade ilegal, nunca compensa o risco.

A probabilidade de ser apanhado é alta e se muitos se “escaparam” de levar um raspanete ou pior, é porque os membros da tripulação decidiram ignorar.

Por outro lado, há quem tenha sido filmado a sair da casa de banho do avião com o companheiro, pelo que o risco de ir parar às redes sociais é hoje em dia bastante elevado também.

Mas para os amantes do sexo em alturas há boas notícias, agora já o pode fazer de forma legal :mas num avião próprio. Por isso, se quer pertencer ao mile high club, nome que se dá a quem já conseguiu fazer sexo num avião, a empresa Love Cloud (Nuvem de Amor) trata disso.

Infelizmente isso ainda só é possível nos Estados Unidos, a bordo do avião Cessna 421 Golden Eagle. O aparelho sobrevoa a cidade de Las Vegas durante o período máximo de 1 hora e meia, durante o qual os passageiros podem desfrutar do voo da melhor forma. Ao seu dispor estão uma cama, sistema de som e iluminação à medida. De forma a consciencializar os passageiros para o sexo seguro, a companhia aérea ainda oferece métodos contraceptivos aos passageiros.

Os preços para desfrutar da experiência variam entre os 799 e os 1399 dólares. Por um extra de 299 dólares, o casal ainda tem direito a uma garrafa de champanhe, chocolates, rosas e transporte de limusina de e para o aeroporto. Para quem adquirir o pacote “Prata” por um custo de 799 dólares, o voo tem uma duração de 40 minutos.

Quem quiser desfrutar do momento durante mais tempo pode adquirir o pacote “Ouro”, no qual o voo tem a duração de 1 hora. Por fim, o pacote “Platina” permite uma viagem mais longa com a duração de uma hora e meia. Há voos diurnos e nocturnos para satisfazer todos os gostos e fetiches. Se este é o seu sonho, já sabe que agora o pode realizar de forma legal e perfeitamente segura. Quem sabe se outros países não seguirão as pisadas dos Estados Unidos e se a ideia não pega em Portugal.

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